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1º de janeiro


Veja as fotos de 1º de janeiro

Tzfat

Depois de acordar um pouco mais tarde que o normal e tomar o tradicional café da manhã israelense com salada, arenque e queijo cottage, seguimos para Tzfat. Esta pequena cidade do norte de Israel é uma cidade bonita e tranqüila com ruas estreitas (em muitas não passam carros) e casas de pedra. O visual lembra bastante as ruas da Cidade Velha de Jerusalém. Tzfat fica numa área montanhosa e a cidade é bem alta, mas o dia estava ensolarado e não estava frio.

Tzfat é conhecida como uma das cidades mais religiosas de Israel. A cidade possui várias pequenas sinagogas, algumas muito antigas, e algumas yeshivot. Nossa primeira visita na cidade foi justamente a uma destas sinagogas. Fomos recebidos em uma pequena sinagoga, bem simples, de bancos de madeira. A bimah, logo na entrada (a sinagoga é muito pequena) tem um furo na madeira. Diz a lenda que, certa vez, a sinagoga foi invadida e deram um tiro durante a reza. A pessoa que ali estava, absorta na reza, curvou-se exatamente na hora em que o tiro foi disparado e se salvou. Mas é um pouco difícil de acreditar nesta história porque a marca está numa altura muito baixa.

Na saída da sinagoga, encontramos outro grupo do birthright. Além do nosso grupo, mais dois grupos do birthright (do Canadá e dos Estados Unidos) visitavam Tzfat naquele dia. Da sinagoga fomos a uma fábrica de velas, na verdade, a loja desta fábrica. E vimos velas de diferentes cores e formatos para os mais diversos fins: velas de hanukah, de havdalah, de shabat... Todas muito bonitas e muito caras. Mesmo assim, fizemos nossa contribuição para a economia de Israel, abalada com a queda do turismo nos últimos meses, e compramos algumas.

Antes de seguir para o almoço, passeamos um pouco nas ruas de Tzfat pelas inúmeras lojinhas de souvenirs para turistas. Kipot, talit, castiçais, quadros pintados a mão. Todos muito bonitos.Voltar ao topo

Almoço no Burger Ranch

Entramos no ônibus e seguimos para o almoço, que seria no Burger Ranch. Cada um poderia escolher uma bebida, hamburguer de carne ou frango e fritas. Estava bom. O Burger Ranch ficava num pequeno centro comercial onde tinha uma grande farmácia e alguns aproveitaram para comprar mais umas coisinhas.Voltar ao topo

O cemitério ao lado do lago

Após o almoço, voltamos para Tveriah e seguimos para um belo cemitério situado nas margens do Yam Kinneret. Já eram quase quatro da tarde e já estava escurecendo. Com a fraca luz que ainda restava do Sol, vimos algumas sepulturas, algumas de soldados que lutaram na Guerra da Independência e, em seguida, paramos em uma sepultura com uma lápide com o nome Rachel escrito, mais nada.

A quantidade de pedras sobre a lápide indicava que esta era a sepultura mais importante do cemitério: a sepultura de Rachel HaMeshoreret. Rachel foi uma poetisa que declarou em sua poesia sua paixão pela região do Golan e do Yam Kinneret. Quando morreu, seu desejo foi cumprido e ela foi enterrada neste bonito cemitério às margens do lago.

Talvez nunca tenha acontecido...
Talvez
Nunca levantei na aurora para ir ao jardim
Para trabalhar com o suor de meu rosto

Nos dias longos e quentes da colheita
Nunca levantei minha voz para cantar
De cima da carroça
carregada com a meda?

Eu nunca me purifiquei
no azul tranqüilo
do meu Kinneret?
Oh, meu Kinneret, Kinneret meu!
Você realmente existiu?
Ou foi apenas um sonho?

Já estava escuro e na saída do cemitério tivemos um pouco de problema para descobrir onde estavam as pias onde deveríamos lavar as mãos, mas acabamos encontrando.Voltar ao topo

Hamat-Gader

Do cemitério, seguimos para o parque termal e hidromineral de Hamat-Gader. Já era noite (por volta de 17h) e a temperatura tinha caído para cerca de 8ºC. Por isso, muitos não se aventuraram a entrar na água. Mas aqueles que tiveram coragem, experimentaram um banho relaxante e agradável.

Saía fumaça da superfície da água. O chão da piscina era coberto por pedrinhas e a água tinha um pequeno fedor de enxofre. A parte coberta da piscina tinha algumas jacuzzis para relaxamento e uma piscina de água fria propiciava um refresco depois de ficar muito tempo na água quente. Foi ótimo para recuperar as energias gastas na primeira semana de viagem!

Voltamos para o hotel rejuvenescidos para o jantar com direito a um delicioso falafel, aliás, o melhor falafel de toda a viagem.Voltar ao topo


Qatzerin, Golan e Tveriah Zichron Yaakov e tendas beduínas >
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Nas ruas de Tzfat.
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Cemitério Kinneret.
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Piscina de água quente em Hamat-Gader.

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