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30 de dezembro


Veja as fotos de 30 de dezembro

A caminho do norte

No domingo, acordamos cedo para seguir viagem rumo ao norte de Israel. Tivemos um pequeno atraso, mas conseguimos sair ainda a tempo. No caminho, fizemos uma rápida parada num centro comercial onde alguns aproveitaram para fazer suas primeiras compras. O roteiro apertado sempre reservava pouquíssimo tempo para passear pelas lojas.Voltar ao topo

Haifa

Depois de algum tempo, alcançamos nosso primeiro destino, a cidade de Haifa. A visita em Haifa foi bem rápida porque ainda tínhamos vários lugares a visitar neste dia. Na verdade, cogitou-se até mesmo em tirar Haifa do roteiro, mas seria impensável não visitar o magnífico jardim do Templo Bahai. Portanto, esta foi a nossa única parada em Haifa. A religião Bahai, monoteísta, segue os ensinamentos de Baha'u'llah, que viveu entre 1817 e 1892. Ele é considerado pelos Bahais como o mais novo Mensageiro de Deus. Os Bahais são compostos por diferentes grupos étnicos e estão espalhados em praticamente todas as nações e grupos econômicos e sociais.

Veja mais fotos do Templo Bahai no e-Group Maof

Descemos do ônibus na parte alta da cidade, no Monte Carmel, ao lado do jardim. De lá, temos uma vista panorâmica dos jardins e do resto da cidade, com o porto na parte baixa da cidade.Haifa possui o porto mais importante de Israel. A cidade possui uma parte baixa não muito bonita, mas o alto de Haifa é muito bem cuidado. As duas partes da cidade são ligadas por um metrô vertical, o Carmelit.

Tivemos uma rápida explicação da geografia de Israel com Patrícia servindo como um mapa-vivo e, em seguida, tiramos algumas fotos. Não pudemos entrar no templo porque estava fechado. De qualquer jeito, não teríamos tempo, porque já estava na hora de seguir para o almoço.Voltar ao topo

Almoço na aldeia druza

Era importante não atrasar para o almoço, porque os druzos, sempre muito cordiais, estavam nos esperando em suas casas para nos servir uma das melhores refeições de toda a viagem. A aldeia druza fica nos arredores de Haifa, numa região de colinas. A caminho da aldeia, avistamos o Technion ao longe. Estávamos subindo e a temperatura ia caindo aos poucos. Ao descermos do ônibus, alguns tiveram que voltar para pegar os casacos.

Tínhamos uma pequena caminhada até a casa onde seria servido o almoço porque o ônibus não podia chegar dentro da aldeia. Na entrada da casa, um forno a lenha com uma senhora druza preparando a pita que seria servida no almoço. Fomos recebidos numa sala ampla com sofás em toda a volta. Em frente aos sofás, pequenas mesas onde seriam colocadas grandes bandejas com o nosso almoço. Depois de uma rápida explicação sobre o povo druzo (dissidentes dos muçulmanos) e seus costumes, aos poucos chegavam bandejas com o pão árabe quente e feito na hora, lavne, humus, e vários outros acepipes. Tudo em grande quantidade e reposto até não aguentarmos mais. E tudo estava delicioso! Depois da refeição, um chá bem quente e doce, servido em pequenos copos.Voltar ao topo

Acco

O almoço com os druzos tinha sido demorado e quando chegamos a Acco, o sol já estava prestes a se pôr (antes de 16h). Em Acco, seguimos para a parte velha da cidade, onde fica uma prisão utilizada pelos ingleses na época do Mandato Britânico. Muitos líderes revolucionários foram presos lá, entre eles, Jabotinsky.

Na prisão, visitamos o terraço, onde pudemos ver um panorama da cidade, com a imponente mesquita, a maior de Israel, e um magnífico pôr-do-sol. Como estava na hora do anoitecer, era também a hora da reza dos muçulmanos e a mesquita fazia um imenso barulho com seus alto-falantes colocados para o lado de fora.

Seguimos para a forca da prisão, um memorial a todos os que lutaram e foram presos lá. Na parede, a letra do Hatikvah. Quando saímos da prisão, já era noite (por volta de 17h) e ainda tínhamos um longo caminho a percorrer até Rosh Hanikra.Voltar ao topo

Rosh Hanikra

Rosh Hanikrah é um lugar magnífico, mas à noite é ainda mais surpreendente. Este conjunto de grutas na fronteira com o Líbano é formado por rochas calcárias, numa região onde o Mediterrâneo começa a se fechar. As ondas batem com intensidade nas rochas formando, assim, as grutas.

Descemos em pequenos grupos nos bondinhos (rakevel) que nos levavam às grutas. Holofotes iluminavam a superfície das rochas claras, contrastando com o escuro da noite. Passeamos pelas grutas e vimos o mar bater com intensidade. Foi uma visita imperdível!

Na saída das grutas, jantamos no restaurante de vista panorâmica que fica no alto das grutas, apesar de não termos visto nada porque era noite. Também tiramos algumas fotos na fronteira com o Líbano, apesar de ser proibido fotografar já que lá é uma área de segurança do exército.Voltar ao topo

Veja as fotos de 30 de dezembro (continuação)

Tveriah

Depois de um dia proveitoso, chegamos a nosso destino final onde dormiríamos as próximas três noites: Tveriah ou Tiberias. Esta cidade romana, nas margens do lago, é famosa por suas águas termais de poder curativo. Tem uma importância para cristãos e judeus. Acredita-se que Jesus fazia suas pregações às margens do lago. Para os judeus, a cidade é importante porque foi um grande centro de estudos judaicos, em especial, da língua hebraica.

Fizemos o check-in no Hotel Royal Plaza. Depois de uma pausa para banhos, contratamos um sherut (uma van) que nos levasse ao centro de Tveriah porque o hotel era um pouco afastado. Passeamos um pouco no centro, nas margens do lago, tiramos algumas fotos e paramos no Café Cherry para saborear umas tortas, mik-shakes e chocolates quentes. Uma mesa ao lado comemorava um aniversário. Mais tarde, o sherut nos trouxe de volta ao hotel.Voltar ao topo


Tel-Aviv-Yafo Qatzerin, Golan e Tveriah >
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O Templo Bahai em Haifa. Esta foto está disponível para download.
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Pôr-do-sol em Acco.
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Rosh Hanikrah. Esta foto está disponível para download.

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