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28 de dezembro


Veja as fotos de 28 de dezembro

Rumo a Tel-Aviv

Sexta-feira, acordamos rejuvenescidos após a primeira noite de sono depois das noites mal-dormidas no avião. Tomamos o café da manhã no Beit Shmuel em Jerusalém, colocamos as malas no ônibus e seguimos para Tel-Aviv. Na viagem, diversão a bordo com Gobinha comandando o microfone do ônibus.Voltar ao topo

Beth Hatfutsot

A primeira parada foi o Beth Hatfutsot, o Museu da Diáspora. Este museu, localizado dentro da Universidade de Tel-Aviv, conta a história do povo judeu, desde sua origem até os dias atuais, mostrando como os judeus se espalharam pelo mundo. Infelizmente, não era possível fotografar e tivemos que deixar nossas câmeras na entrada.

Fomos divididos em dois grupos, acompanhados por duas guias do museu. As duas eram brasileiras e fizeram aliah. Tínhamos pouco tempo para visitar o museu porque iríamos para o Hall da Independência, em seguida. Por isso, a guia tentava enfatizar os assuntos principais do museu. Mas as constantes perguntas do grupo diante dos temas mais interessantes fizeram a visita demorar. A guia, diante do interesse mostrado pelo grupo, explicava cada vez mais e melhor e a visita foi uma das melhores experiências da viagem.

Este museu foca na história das diferentes comunidades judaicas em diferentes lugares e em diferentes épocas. Mostra a evolução de cada uma delas ou como elas acabaram. Uma característica interessante do museu é que ele não trata do capítulo mais negro da história para os judeus, deixando este papel para o Yad Vashem. O museu limita-se a reservar uma sala para uma grande coluna de ferro presa ao teto, lembrando as grades dos campos e que serve como uma vela eterna. Olhando de lado, em perspectiva, os quadrados da grade formavam uma Maguen David. Uma obra de arte magnífica.

O museu mostra, no entanto, uma coleção de maquetes de sinagogas ao redor do mundo, algumas delas destruídas pelas forças nazistas. As maquetes, ricas em detalhes, revelam a arquitetura de épocas e lugares diferentes. A sinagoga de Florença, existente ainda hoje, possui estilo mouro. Outras sinagogas destruídas na Polônia possuíam linhas neoclássicas. A sinagoga de Amsterdam possui uma quantidade enorme de velas e candelabros. A sinagoga da China segue a linha das casas daquele país. Muito interessante, mas já estávamos atrasados para o próximo passeio. Sendo assim, não tivemos tempo de fazer a pesquisa dos nomes, mas esta pesquisa pode ser feita pela Internet na página do museu.Voltar ao topo

O Hall da Independência

Nossa próxima parada era a casa que pertenceu ao primeiro prefeito de Tel-Aviv Meir Dizengoff. Tivemos uma pequena explicação sobre a história de Tel-Aviv, quem era Meir Dizengoff e sobre a história de sua casa e, em seguida, passamos para a sala onde David Ben-Gurion leu a Declaração de Independência do Estado de Israel, nosso real interesse naquela visita.

Meirav mostrou a cópia da megilah em que a declaração foi escrita (o original está no Knesset) e ouvimos a gravação que acabava com o Hatikva, cantado pela primeira vez em Israel, o novo estado que se formara. Após uma sessão de fotos neste local histórico, seguimos para o almoço.Voltar ao topo

Almoço no shopping em Tel-Aviv

O almoço foi em um shooping center nos arredores de Tel-Aviv. Ao passar pela bitachon, seguimos para a praça de alimentação do shopping para almoçar num restaurante chinês, kosher, é claro. Como é sabido, judeus tanto em Nova Iorque quanto em Israel adoram comida chinesa:

5762 anos no calendário judaico
4699 anos no calendário chinês
____________________________________

1063 anos que os judeus passaram
sem comida chinesa

Depois do almoço, tínhamos um pouco de tempo para passear no shopping antes de as lojas começarem a fechar por volta das três e meia da tarde para o shabat.Voltar ao topo

Shabat

Era inverno e começava a escurecer por volta de 4 e meia da tarde. Precisávamos correr para chegar logo ao hotel antes do shabat.

Fizemos o check-in no Hotel Tal em Tel-Aviv. Depois de uma pausa para banho, caminhamos até a praia para fazer lá um kabalat shabat. De volta ao hotel, brincadeiras para integrar o grupo no salão do hotel e, em seguida, jantar de shabat no restaurante do hotel. Agora, uma difícil tarefa: decidir a balada da noite.Voltar ao topo

A noite em Tel-Aviv

Tel-Aviv é famosa por sua vida noturna e decidir o que fazer nesta cidade cheia de opções e com um grupo de 42 pessoas e 63 opiniões diferentes era dificílimo. Além disso, o local não podia ser longe porque era shabat e precisaríamos ir a pé. Acabamos nos dividindo e uma parte foi para uma balada light (acho que um barzinho na praia de Tel-Aviv) e outra parte foi para a balada heavy, até altas horas da noite, num autêntico club de Tel-Aviv.

Por indicação de umas pessoas que encontramos na rua, fomos em direção ao club TLV, na zona portuária de Tel-Aviv. Mas chegando lá, desistimos porque a entrada era muito cara (algo em torno de US$25.00).

Enquanto decidíamos o que fazer na porta da TLV, um jovem nos pergunta em inglês com sotaque carregado que horas eram. Respondemos em hebraico instintivamente, mas ele não falava hebraico. Diante deste inesperado, perguntei de onde ele era e ele respondeu Bethlehem. Percebi que era um palestino.

Decidimos continuar na zona portuária, mas procurar um club mais barato. Fomos, então, ao Movie 1 e lá ficamos até cerca de 3 da manhã. Muita agitação, estava ótimo.

Na caminhada de volta ao hotel, uma parada para tabahot batzal (anéis de cebola) no Burger King.Voltar ao topo


Jerusalém Tel-Aviv-Yafo >
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Beth Hatfutsot
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Hall da Independência

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