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26 de dezembro


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Frankfurt

Por volta de duas da tarde (horário local), o avião se aproxima de Frankfurt e aos poucos podemos apreciar a paisagem deste importante centro europeu. O rio Main, os arranha-céus, a linha de trem, os nós rodoviários... Frankfurt é uma cidade de prédios altos e arquitetura moderna, mas sem grande atrativos. Apesar da longa duração (mais de 12 horas de vôo), a viagem tinha sido bastante agradável, com o avião da TAM quase vazio. O avião pousa no imenso aeroporto de Frankfurt. Aqui teremos cerca de 5 horas para passear pela cidade antes de pegar o nosso vôo da Lufthansa LH 690 para Tel-Aviv, às 10 da noite.

Trocamos um pouco de dinheiro para marcos alemães (os últimos dias antes da entrada do euro em 1º de janeiro de 2002), e passamos pelo controle de passaporte. Sem programação definida, cada um decide o que quer fazer e o grupo se divide. Junto com o Dani Lindenbaum, Alexandra Rapoport, André Mizrahi, Stefano Primo, William Freyer e mais alguns outros, compramos dois Grouppenkarte na máquina, ticket do metrô válido para o dia inteiro para um grupo de até cinco pessoas e fomos até a Hauptbanhof (a estação central), de onde começamos uma caminhada pelas ruas de Frankfurt.

O intuito era chegar ao rio, mas ele era longe e o dia estava frio com a temperatura pouco acima de 0ºC. Caminhamos pelas ruas, tiramos algumas fotos nos parques, na frente dos altos prédios, na Staats Oper, numa praça com casas no estilo alemão e paramos para almoçar num café decorado com tema de corridas. No cardápio: pizza, baked potatoes e chocolate-quente. Alguns se aventuraram com a autêntica cerveja alemã.

Na saída, por volta de 5 da tarde, o dia havia se transformado em noite. A temperatura havia caído mais um pouco e uma fraca neve começava a cair. Era hora de voltar para o aeroporto. Aos poucos as outras pessoas também chegavam ao aeroporto e dentro de algumas horas estávamos prontos para embarcar.

No embarque, uma pequena confusão com as bagagens: as malas do grupo do Rio não estavam seguindo para Tel-Aviv. É o perigo de se fazer mais de duas conexões. Mas a atenciosa atendente da Lufthansa checou todos os tickets de bagagens e comparou com uma grande lista das malas vindas do vôo da TAM e pôde identificar todas as que deveriam embarcar no vôo para Tel-Aviv. Todas as malas chegaram em Tel-Aviv.

Depois de algum tempo, os outros passageiros do vôo começavam a chegar. Como éramos um grupo, fizemos o check-in mais cedo. Começávamos a nos sentir em Israel (em pleno solo alemão, que heresia!), não só pelo crescente número de pessoas conversando em hebraico como também pelos ortodoxos vestidos de preto, peot e tsitsit.

Embarcamos em um vôo cheio e apertado, ao contrário do vôo anterior, para mais quatro horas e pouco de vôo.Voltar ao topo


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